quinta-feira, 1 de novembro de 2012


ESTUDO DO MEIO

              CENTRO HISTÓRICO DE SÃO PAULO


FACULDADE SUMARÉ

MATERIA :GEOGRAFIA




EQUIPE
Ana Lucia Seixas  RA: 101250
Edna Maria de Souza RA: 1012930
Luis Antonio Carneiro RA: 1012500
Sabrina Carvalho Costa RA:1012516
Talitha Santos Marinho RA 1120185
Vanessa de Freitas Tardoque Kolomemcemko RA: 1013183






























SOLAR DA MARQUESA




Solar da Marquesa de Santos


Partindo do Páteo do Colégio, os primeiros povoadores passaram a ocupar os terrenos vizinhos, construindo suas moradias e formando as primeiras ruas da cidade. Na Rua do Carmo, hoje Roberto Simonsen no 136-A (antigo nº 3), localiza-se o Solar da Marquesa de Santos, raro exemplar de residência urbana do século XVIII.
Não há dados precisos sobre a data de construção desse imóvel. Em 1802, foi dado como pagamento de dívidas ao Brigadeiro José Joaquim Pinto de Morais Leme, primeiro proprietário documentalmente comprovado. Contudo, documentos do século XVIII indicam a existência de quatro casas na Rua do Carmo entre 1739 e 1754. A junção de duas dessas casas de taipa de pilão teria originado o Solar, conforme registros fotográficos do século XIX, além de prospecções arqueológicas e análises arquitetônicas realizadas pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH).
A Marquesa de Santos, Maria Domitila de Castro Canto e Melo, foi a proprietária entre 1834 e 1867, adquirindo o imóvel da herdeira do Brigadeiro Leme. A partir de então, tornaram-se famosas as festas ali realizadas, e o imóvel passou a ser conhecido como Palacete do Carmo, uma das residências mais aristocráticas de São Paulo. Com sua morte, a propriedade da casa passou para seu filho, o Comendador Felício Pinto de Mendonça e Castro.No ano de 1880, é colocada em hasta pública e arrematada pela Mitra Diocesana, que aí instalou o Palácio Episcopal, introduzindo modificações no local, como a construção de uma capela e de uma cripta sob o altar-mor. É desse momento, provavelmente, a inclusão de características neoclássicas em sua fachada principal.
Em 1909, o imóvel foi adquirido pela The São Paulo Gaz Company, que nele instalou o seu escritório. Para adaptar-se ao novo uso, a casa passou por diversas modificações e ampliações: foram demolidas paredes de taipa de pilão e janelas e portas, transformadas em vitrines. Para melhorar a iluminação e a ventilação, foi aberto um pátio na lateral direita do lote, alterando o desenho do telhado.Na década de 1930 foram construídos anexos à edificação original, aumentando sua área útil e alterando por completo a fachada posterior do imóvel.Em 1967, a Companhia Paulista de Gás (sucessora da The São Paulo Gaz Company) foi desapropriada e todos os seus imóveis passaram à Prefeitura. Em 1975, já incorporado ao patrimônio municipal, o Solar foi sede da Secretaria Municipal de Cultura e alguns de seus departamentos, como o DPH, criado nesse ano.
Os diferentes usos e adaptações sucessivas levaram à descaracterização do imóvel, exigindo sua recuperação, que teve início em 1991. As pesquisas, que embasaram o projeto e as obras de restauração, revelaram não ser possível reconstituir qualquer estágio de construção dentre os vários pelos quais passou o Solar. Deste modo, o restauro realizado, conforme normas internacionais para intervenções em bens histórico-arquitetônicos, procurou preservar e destacar elementos de suas várias etapas construtivas: a conservação dos amplos ambientes do andar térreo, resultantes das diversas demolições, a preservação no pátio interno de vestígios remanescentes da calçada do século XVIII e a demolição de intervenções da década de 1960.
O pavimento superior conserva até hoje paredes de taipa de pilão e pau-a-pique do século XVIII e mantém as características ambientais das intervenções do século XIX, como forros apainelados, pinturas murais e artísticas e pisos assoalhados, entre outras. Trechos de diversas paredes foram deixados aparentes, com o intuito de informar sobre as antigas e as novas técnicas construtivas encontradas no Solar, como a taipa de pilão, o pau-a-pique, a taipa francesa e a alvenaria de tijolos. Quanto ao tratamento dado à fachada, optou-se por conservar sua feição neoclássica, já incorporada à paisagem do centro.
O Solar da Marquesa de Santos, abriga atividades museológicas e a sede do Museu da Cidade de São Paulo da Divisão de Iconografia e Museus do DPH.

Solar da Marquesa de Santos
Sede do Museu da Cidade de Sao Paulo

Rua Roberto Simonsen, 136 - Centro, São Paulo, SP
Metrô Sé
Fone para contato 11 3241 1081
Visitação de terça-feira a domingo, das 9 às 17h
Entrada franca


06-11-12    17:36




PRAÇA DO PATRIARCA

Praça do Patriarca



Aí está uma praça que praticamente não tem história. Isso porque ela não vem nem da Colônia, nem do Império, embora traga o nome de um dos cultos mais eminentes da Campanha da Independência.
Praça do Patriarca porque ao Patriarca José Bonifácio de Andrada e Silva, foi feita a homenagem.
Mas a praça bonita que aí está na ponta do Viaduto do Chá, essa praça que dá vasão à galeria que desemboca no Anhangabaú, que hoje é tão movimentada e parece realmente tão necessária pois é a encruzilhada de seis ruas, muitas delas velhos atalhos antigos de tradição, essa praça tem apenas algumas décadas de vida. É recente.
Sua abertura partiu já do novo São Paulo, de 40 a 50 anos para cá, quando ali nos Quatro Cantos (e era assim que se chamava a ponta da rua Direita), urgia abrir passagem mais ampla para a Líbero Badaró e para o viaduto que, subindo para o vale ia direto à rua Barão de Itapetininga.
Nas histórias das ruas e praças, portanto, a Praça do Patriarca é criança. Não teve nome diferente, não foi viela, nem rua, nem beco, nem existiu por acidente, mas de propósito.
De fato, a Praça do Patriarca foi aberta por necessidade de ampliar-se o espaço para o trânsito naquele local em que a confluência das ruas pequenas provocavam sempre aglomeração.
Derrubou-se, então, para abrí-la. Um quarteirão limitado pelas ruas São Bento, Direita, Líbero Badaró e Quitanda.
Patriarca, porque honra e recorda a figura do Patriarca da Independência, que não é o mesmo da rua José Bonifácio, o Moço. Esse é o Andrada e Silva, que nasceu em 1873, num dos dias de Santo Antônio, em Santos.
Sua formação cultural foi feita em Coimbra, na célebre Universidade Portuguesa. Fez excursões científicas pela Europa toda, descobrindo espécies minerais, e acabou pertencendo, pelos seus dotes de cultura e inteligência, à Real Academia de Ciências de Lisboa.
Quando regressou ao Brasil é que o pacato cientista e filósofo resolveu meter-se na política. E grangeando desde logo a amizade do Príncipe D. Pedro, foi ele quem chefiou o Ministério constituído logo após o Grito do Ipiranga.
Aí acabou brigando com Gonçalves Ledo, que chefiava o Partido Popular, por causa da exigência que este fazia em convocar uma Constituinte Brasileira. E não parou aí a sua forma agressiva de manter suas idéias. Começou a vigiar todo mundo e até o Padre Feijó foi por ele perseguido e considerado extremista.
Mas o Partido Popular conseguiu que a Constituinte fosse convocada, o que fez com que José de Bonifácio passasse para a oposição. Mas não tardou em ser ele próprio atingido pelo poder de então e acabou sendo deportado para a França.
Mas o prestígio de José Bonifácio não permitiu que com essa deportação fosse encerrada a sua carreira. Por isso, regressando do exílio, caiu desde logo na simpatia de D. Pedro I, que o nomeou tutor de seus filhos menores.
Na posse dasituação, o trêfego político retomou a sua briga com Feijó, que sendo na ocasião o Ministro da Justiça, não o poupou. Preso e processado, José Bonifácio foi demitido do cargo, mas conseguiu a sua absolvição posteriormente.
Após algum tempo mais, cansado e aborrecido, veio a falecer em Niterói, sendo-lhe então atribuído, como recompensa de seu real valor, o título de Patriarca da Independência.
Fonte: São Paulo de Antigamente - Manoel Vitor - Grafisyl Editora Gráfica Ltda
Fonte-http://www.sampa.art.br/cidade/pracadopatriarca/
07-11-12   23:36


PRAÇA ANTONIO PRADO




 Praça Antonio Prado, vista em direção à rua 15 de Novembro. Atualmente, no local do edifício ao fundo, está o edifício Altino Arantes, conhecido como do Banespa. À esquerda, vê-se o palacete Martinico, então sede da Light & Power, atualmente ocupado pela Bolsa de Mercadorias & Futuros.
praca-antonio-prado2.jpg
A Praça Antonio Prado é, o antigo Largo do Rosário, foi aberta no século 17, para construção da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e seus frequentadores eram exclusivamente negros.
Praticamente todas as noites, havia funerais ao som de uma canção que assustava os moradores das redondezas: “Enterramos um olho que tanto olhou / Uma perna que tanto andou…”.
No século 19, abrigou uma porção de casinhas onde residiam africanos livres que, ajudados por escravos crioulos mantinham uma feira.Na Praça Antonio Prado realizavam-se batuques, sambas e moçambiques.
O largo do Rosário era um lugar de passagem obrigatória, era lá que acontecia, as procissões mais importantes da Cidade.
praca-antonio-prado-1.jpg
Foi pavimentado pelo prefeito João Teodoro em 1872, e apartir desse ano a Praça Antonio Prado passou a ser considerada, ” O CORAÇÃO DA CIDADE ”
A Praça Antonio Prado era um local em que entre as esquinas e confeitarias de luxo se reuníão os rapazes mas elegantes da Cidade, sendo também ponto de partida ou de passagem da maioria das linhas de bonde.
A Praça para os Músicos …. Orquestra de Músicos de Rua na Praça Antonio Prado
Juntando vários tocadores anônimos que se apresentam nas ruas da cidade de forma independente, a Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo.
No repertório estarão músicas do CD “Neurópolis”, que é uma composição coletiva coordenada por Lívio Tragtenberb.
A orquestra tem 17 integrantes, como músicos que tocam instrumentos japoneses, emboladores nordestinos, instrumentistas paraguaios com guarânias em grandes harpas, bolivianos que executam música andina, percussionistas maranhenses, além de pessoas que se apresentam em rodas de samba, choro e fanfarra.
Uma dica para vc que escuta o São Paulo é o Lugar dessa semana.
São Paulo é o Lugar é um Programa da Rádio América(Rádio da Canção Nova em São Paulo)….1410AM na Frenquencia de São Paulo
 FONTE--http://blog.cancaonova.com/pink/category/praca-antonio-prado/
07-11-12    23:52

Praça Antônio Prado (SP)







PATEO DO COLÉGIO

Cronologia:

1554- No dia 25 de janeiro, Pe. Manuel de Paiva celebra missa que oficializa a fundação do Colégio de São Paulo de Piratininga, auxiliado pelo Pe. Afonso Brás e pelo Irmão José de Anchieta. A primeira instalação do colégio era uma cabana de pau a pique de cerca de 90 m2, ou, como descrita por Anchieta, de 10 por 14 passos craveiros (passo craveiro era uma medida linear portuguesa).


1556- O Pe. Afonso Brás finaliza a construção do novo colégio e da Igreja de Bom Jesus, feitos em taipa de pilão (taipa de pilão é uma técnica construtiva de origem ibérica, que consiste em socar em um pilão a terra umedecida, à qual são adicionadas fibras vegetais, areia, estrume, óleo de baleia, e algumas vezes sangue animal, até transforma-la em massa uniforme com a qual são preenchidas estruturas de madeira,

retiradas após a massa estar completamente seca).


1585- Reforma e ampliação do Colégio. Ao lado do Café do Pateo temos uma parede em taipa de pilão remanescente desta reforma.



1640- Em função de desentendimentos com os "bandeirantes", por defenderem os índios, os jesuítas são expulsos de São Paulo.



1653- Fernão Dias Paes, tio do bandeirante de mesmo nome, negocia a volta dos jesuítas para a vila de São Paulo. O Colégio, que havia sofrido sérios danos na ausência dos padres, tem de ser quase todo reconstruído. A grande Igreja e Colégio só ficam totalmente prontos em 1680.



1757- Atendendo a medida geral adotada pela Cia de Jesus, é construída no Colégio dos Jesuítas uma cripta para abrigar os restos mortais dos padres ali falecidos. Antes dessa data, padres e autoridades locais eram enterrados no interior da Igreja de Bom Jesus.



1759- Os jesuítas são expulsos do Brasil por ordem do Marquês de Pombal, ministro da Coroa portuguesa, devido a influência que passaram a ter junto aos índios, fato que assustava os colonizadores portugueses. Os padres tiveram apenas três dias para sair do país, sem poder levar absolutamente nada além da roupa do corpo. O colégio passou a abrigar os governadores, representantes da Coroa Portuguesa.



1765- O Colégio torna-se Palácio dos Governadores. A partir dessa data, a construção de 1680 é absolutamente modificada.



1773- A luta de Pombal contra a Companhia de Jesus não se limitou aos domínios da Coroa portuguesa. Prolongou-se, em conjunto com as cortes bourbónicas, até alcançar o fim pretendido: a extinção da Companhia de Jesus, em 21 de Julho de 1773, por breve do papa Clemente XIV com a Bula “Dominus ac Redemptor" expulsando os jesuítas de toda a América e os suprimindo em todo mundo.



1814- Nesta ano a Compahia de Jesus foi restaurada pelo papa Pio VII, e pode retornar às suas atividades.



1896- A Igreja de Bom Jesus, administrada pela Diocese na ausência dos jesuítas, é demolida. Parte do altar-mor, de 1680, é levada para a Igreja do Sagrado Coração de Maria, na Santa Cecília.

O Pateo do Collegio fica então conhecido como Largo do Palácio.


1932- O Palácio dos Governadores passa a abrigar a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.



1953- O sítio histórico da fundação de São Paulo é devolvido aos jesuítas, como um dos marcos iniciais da comemoração dos 400 anos da cidade, em 1954. O prédio do Palácio dos Governadores é demolido. na demolição encontram uma parede de taipa de pilão ainda intacta datando do séc. XVI.



1979- É inaugurado o Museu Anchieta em um memorial construído aos moldes do antigo colégio do séc XVII. Este fora construído no sítio histórico do Pateo do Collegio, assim como a Igreja do Beato José de Anchieta aos moldes da igreja demolida no séc XIX.





Um elo com o passado dos Jesuítas

Um elo com o passado dos Jesuítas
Em 1954, entre as comemorações do IV Centenário da Cidade, foi organizada a "Campanha de Gratidão aos Fundadores de São Paulo”, com a finalidade de recuperar o espaço jesuítico no Pateo do Collegio e devolve-lo à Cia. de Jesus.


Desde a segunda expulsão, em 1759, embora tenham conseguido reassumir as funções de caráter religioso, os jesuítas não haviam recuperado o sítio onde fundaram, em 1554, o colégio que deu origem à cidade. O mesmo se deu com os objetos de culto, que constituíam um precioso acervo acumulado ao longo do tempo.
O retorno da Cia. de Jesus ao Pateo do Collegio só foi efetivado em 1979, ocasião em que foram inaugurados no sítio histórico o Museu e Capela Padre Anchieta. Constituído a partir de doações e da devolução de alguns dos objetos que pertenceram originalmente à Igreja e Colégio dos Jesuítas, o atual acervo do Museu encontrava-se exposto em sua quase totalidade, sem a observância dos critérios essenciais à sua real caracterização e conseqüente valorização. A recente lementação de projeto museológico e museográfico permitiu que os objetos que constituem o acervo fossem identificados, classificados, organizados em coleções e restaurados, de forma a revelar o valor e a credibilidade de que eram portadores.

Cerca de 700 objetos integram as coleções, hoje expostas em sua quase totalidade em seis salas e no espaço da cripta. Indicadores de memória, uma vez que muitos dos objetos que integram o acervo tornaram-se referência única para a história da cidade de São Paulo, não são menos interessantes para o visitante em geral, que neles poderá encontrar a oportunidade de estabelecer um confronto com os seus referenciais.
Um elo com o passado dos Jesuítas 2Um elo com o passado dos Jesuítas 3Um elo com o passado dos Jesuítas 4Um elo com o passado dos Jesuítas 5Um elo com o passado dos Jesuítas 6

http://www.pateocollegio.com.br/newsite/conteudo.asp?i=i1&pag_id=4
06-11-12   22:40

  IGREJA SANTO ANTONIO 


Arte barroca na Igreja de Santo Antonio
Coluna Ladeira da Memória

Fatima Antunes
Rafaela Calil Bernardes

Fachada da Igreja de Santo Antonio, na Praça do Patriarca. (Preservação/DPH/SMC, Chico Saragiotto - 2008)
A Igreja de Santo Antonio, na Praça do Patriarca, é considerada uma das mais antigas da cidade. Em 1592, já constava do testamento do donatário Afonso Sardinha, o que leva a supor que sua construção é anterior a essa data. Tratava-se de uma simples ermida, construída por fiéis anônimos.
A primeira reforma foi realizada em 1638, seguida de outras, como a executada em 1717, com a ajuda dos devotos e dirigida pelo bispo Dom Bernardo Rodrigues Nogueira. Naquele mesmo ano, a ermida foi elevada à categoria de igreja, em função do aumento do edifício.
A Irmandade de Nossa Senhora dos Homens Brancos, fundada em 1774, foi a responsável por várias reformas que alteraram as feições do templo. Um incêndio no prédio vizinho, ocorrido em 1891, danificou e consumiu parte da igreja.
Em 1899, a Prefeitura intimou a Irmandade a providenciar a demolição e a reconstrução da torre e da fachada, em virtude do alinhamento da Rua Direita. Custeadas pelo Barão de Tatuí e pelo Conde Prates, as obras só foram concluídas em 1919 e incluíram uma reforma geral do templo. Quase 100 anos depois, em 1991, outro incêndio danificou os fundos do edifício.
Ao longo de quatro séculos, inúmeras reformas e intervenções comprometeram a integridade artística e arquitetônica da Igreja de Santo Antonio, mas não reduziram sua importância histórica, principal justificativa do tombamento, em 1970, pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephhat).
Interior da Igreja de Santo Antonio. (Preservação/DPH/SMC, Chico Saragiotto - 2009)
Com recursos provenientes da lei de incentivo à cultura, obras de restauro tiveram início em janeiro de 2005. Durante os trabalhos em um dos altares laterais, foram identificadas intervenções de diferentes épocas, como camadas de tinta e sobreposição de talhas, que encobriam as pinturas originais do altar. Optou-se, então, por recuperar as feições barrocas. Foram retiradas as talhas do século 20 e restauradas as pinturas, datadas do século 17, com a representação de anjos. Agora, restaurado, o altar exibe as matizes utilizadas no Barroco Paulista, como o vermelho, o amarelo e o dourado.
Após a realização de prospecções no forro do altar-mor, também foi encontrada uma pintura seiscentista de boa qualidade técnica e artística, que resistiu aos incêndios de 1891 e 1991. As camadas de tinta que a encobriam foram retiradas. Em seguida, a pintura foi consolidada e restaurada.
O achado barroco revela as características da arte produzida em São Paulo no período colonial e reforça a importância da Igreja de Santo Antonio para a história da cidade.
O prédio também foi tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), pela Resolução 5/91 (ex-ofício).

SÃO PAULO. Cidade. Em Cartaz: guia da Secretaria Municipal de Cultura. n. 34, abr. 2010. p. 72-73.
Texto revisto em 24.9.2010.

  • http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/patrimonio_historico/ladeira_memoria/index.php?p=8383
  • 06-11-12 22:54


CENTRO CULTURAL CAIXA ECONÔMICA FEDERAL


CAIXA CULTURAL SÃO PAULO

PRAÇA DA SÉ
Inaugurada em 29 de agosto de 1989, a CAIXA Cultural São Paulo possui duas instalações. A primeira fica no Edifício Sé, erguido em 1939 para ser a sede da Caixa Econômica Federal de São Paulo. Trata-se de um prédio histórico, tombado, no qual funcionam, além da CAIXA Cultural, algumas áreas administrativas da CAIXA e a Agência Sé.
No térreo do edifício, logo à entrada, disponibilizamos gratuitamente aos visitantes o serviço de internet. Ali também se encontram as galerias Florisbela de Araújo Rodrigues e D. Pedro II, além do Grande Salão, onde são realizados espetáculos de dança, teatro, shows, debates, leituras dramáticas e palestras.
No primeiro andar estão as galerias Neuter Michelon e Octogonal. E no segundo piso a Galeria Humberto Betetto.
O Museu da CAIXA localiza-se no 6º andar do edifício, contando com instalações originais, preservadas desde a sua fundação.


http://www.ccmanualdoprodutor.com.br/public/img/uploads/espaco_saopaulo.pdf
06-11-12      23:55

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL


CCBB São Paulo


Inaugurado em 21 de abril de 2001, o Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo comemora o sucesso de ter atingido seu objetivo: injetar uma vitalidade ainda maior na cena paulistana. Por meio de uma programação de qualidade e de seus programas educativos, o CCBB contribui para mudar a relação do paulistano com o centro da cidade.

O CCBB São Paulo ocupa o prédio construído em 1901 na Rua Álvares Penteado, 112, esquina com a Rua da Quitanda. Localizado no coração histórico da cidade, numa via hoje de pedestres, o edifício foi comprado em 1923 pelo Banco do Brasil. Em 1927, após uma reforma projetada pelo arquiteto Hippolyto Pujol, tornou-se o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil na capital.

A construção foi inteiramente reformada para abrigar o Centro Cultural Banco do Brasil. Os elementos originais foram restaurados, mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século. A construção de cinco andares (mais subsolo e mezanino) foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Arqueológico e Turístico de São Paulo (Condephaat) e pelo Departamento do Patrimônio Histórico/Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (DPH/Conpresp). Com 4.183 metros quadrados, o CCBB São Paulo possui salas de exposições, cinema, teatro, auditório, loja e cafeteria.

A escolha do prédio, no centro histórico de São Paulo, reflete a preocupação do Banco do Brasil com a revitalização da área, que abriga um inestimável patrimônio arquitetônico. Hoje, mais de um milhão de pessoas circulam diariamente pela região, e o Centro Cultural Banco do Brasil funciona como um ponto de convergência não apenas para a observação, mas também para a popularização, a disseminação e o debate sobre as principais questões culturais no mundo contemporâneo. Como fomentador da arte, o Banco do Brasil apresenta uma programação original, em áreas como música, artes plásticas, cinema, literatura, dança, teatro e programas educativos.

O CCBB São Paulo está numa área de fácil acesso. Além das várias linhas de ônibus que passam perto do local, o prédio fica próximo às estações Sé e São Bento do Metrô.


Rua Álvares Penteado, 112 - Centro
01012-000 / São Paulo (SP)
(11) 3113-3651/3652
ccbbsp@bb.com.br  
http://www.bb.com.br/portalbb/page509,128,10401,0,0,1,1.bb?codigoNoticia=18032&codigoMenu=10668
06-11-12    23:09

CATEDRAL DA SÉ







Construção e Restauração

ESTILO GÓTICO

O gótico surgiu na França no século XII colocando fim a escuridão da época medieval.
A igreja surge como símbolo de emancipação do povo do poderio feudal. Além do papel religioso, passa também a centralizar todas as atividades comunitárias.
É o fim das pinturas e esculturas tenebrosas que retratam o pânico do Apocalipse pregado pela era medieval. As igrejas surgem então imponentes e iluminadas, induzindo os fiéis a olharem para o alto. Lembram a grandiosidade de Deus, com suas altas torres, que se erguem como que para alcançá-lo e suas grandes janelas com vitrais que deixam a luz entrar em múltiplas cores representando a presença divina.
A arquitetura das igrejas surge embasada em um forte simbolismo teológico que identifica as paredes como base espiritual da Igreja, os pilares como representações de santos e os arcos como sendo caminhos para Deus.
Há críticas quanto a pureza do estilo, prejudicada, dizem, pela inserção da cúpula que lhe confere o título de eclética.Largo da Sé em 1822

CONSTRUÇÃO

No ano de 1588, os moradores da pequena vila de São Paulo do Campo disputavam com os jesuítas a permissão do poder real para construir uma Igreja Matriz.

A permissão só veio em 1591 e a construção iniciou-se em 1598 e foi finalizada em 1612.
Com a transformação de vila em cidade em 1740, a Capitania de São Paulo tornou-se a sede Episcopal e com isso a matriz teve o seu verdadeiro valor. Contudo a Igreja estava bastante destruída pela passagem do tempo e foi demolida para o início da construção do templo que temos atualmente.
A catedral gótica projetada pelo professor da Escola Politécnica, Maximilian Hehl tem 111m de comprimento, 46m de largura e 65m de altura (exceto as torres). Foi construída para ser o espelho da fartura de nossos recursos materiais e uma escola de arte.
A praça após a demolição da antiga catedral
O início de sua construção se deu em 1912 pelo então Arcebispo Dom Duarte Leopoldo e Silva. Foi inaugurada em 1954 por Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta no aniversário do 4º centenário da cidade. O atraso foi conseqüência da falta de dinheiro e da ocorrência de duas Grandes Guerras que atrapalharam as importações dos materiais de construção.
Dom Duarte Leopoldo e Silva, primeiro Arcebispo de São Paulo
A Catedral sonhada pelo Arcebispo D. Duarte Leopoldo e Silva é hoje o que um dia ele mesmo desejou: “uma escola de arte e um estímulo a pensamentos mais nobres e elevados (…) uma Catedral opulenta que, testemunhando a fartura dos nossos recursos materiais, seja também um hino de ação de graças a Deus Nosso Senhor…”

RESTAURAÇÃO

Fechada durante três anos (1999-2002), a Catedral foi restaurada.
Do projeto original, os torreões, indispensáveis para a definição do estilo gótico da Catedral, não foram executados.
Nas suas bases, aberturas de acesso deixavam que águas de chuva penetrassem em sua estrutura , acelerando o seu processo de deterioração.
Nesses anos todos foram executados os trabalhos de restauro das estruturas: trincas, descupinização, sistema de águas, limpeza, restauração dos vitrais, elementos artísticos, mobiliário e portas, novas instalações elétricas, prevenção de combate a incêndio, luminotecnia e som, recuperação da escadaria e construção de novos banheiros, reservatórios, elevador para deficientes físicos e finalmente os quatorze torreões.

FONTE http://www.catedraldase.org.br/site/?page_id=8
06-11-12  23:37

A grande rosácea gótica na entrada da Catedral.


Neste link voce faz um tou de 360* graus pelo interior da igreja,

http://www.catedralsp360.tk/

CASA NUMERO 1

Foto

casa número um



Conhecida por situar-se à no nº 1 da antiga rua do Carmo - atual rua Roberto Simonsen no 136-B, a Casa nº 1 é um sobrado de três andares construído onde existiu uma casa de taipa de pilão.
Seu primeiro proprietário, segundo registros de 1689, foi Francisco Dias. Após sua morte, o imóvel foi vendido ao bandeirante Gaspar de Godoy Moreira, cujos filhos e descendentes fizeram uso da casa como moradia.
Em 1855 foi transformada no colégio Ateneu Paulistano e, após a morte de seu último diretor, foi vendida ao Major Benedito Antônio da Silva, responsável pela construção em alvenaria, preservada até os dias de hoje.
A nova construção aproveitou, provavelmente, a antiga estrutura das fundações de taipa de pilão. Sobre ela ergueram-se novas paredes em alvenaria de tijolos. Outros materiais utilizados em sua construção como o pinho-de-riga nas esquadrias, e a telha tipo francesa na cobertura, tornaram-se comuns nas construções paulistanas desse período.
Em 1890 foi sede da Estação Central de Urbanos e da Sociedade de Imigração. Quatro anos mais tarde, o imóvel foi adquirido pelo Governo do Estado e passou a abrigar escritórios da Cia. de Gás até o ano de 1910. Em seguida, durante quatorze anos, a Casa abrigaria vários órgãos ligados à policia, como a Chefatura de Polícia, o Gabinete de Investigações e Capturas, o Gabinete Médico Legal e a Primeira Delegacia Auxiliar de Polícia. Até o ano de 1970, a Casa foi propriedade da Polícia tendo passado, ao longo desse tempo, por várias reformas e reparos de urgência. Entre 1971 e 1974, já sob administração municipal, o imóvel foi utilizado por duas instituições culturais: o Instituto Genealógico Brasileiro e a Academia Paulista de Direito.
Em 1976, foi elaborado pelos técnicos do Departamento do Patrimônio Histórico, um projeto de restauro que incluiu a decapagem de sucessivas camadas de pintura e a prospecção da alvenaria e forros, que possibilitaram o levantamento de informações sobre as diversas remodelações do edifício, correspondentes às diferentes ocupações, e a descoberta de pinturas decorativas que foram recuperadas. Com a conclusão das obras de restauro, a Casa nº 1 foi inaugurada em julho de 1980, abrigando a sede do DPH e, posteriormente, o Gabinete da Secretaria Municipal de Cultura. Interditado para obras de emergência em 1985, que foram realizadas somente a partir de 1988, o prédio foi ocupado, em 1990, pela Divisão do Arquivo Histórico Municipal, que ali permaneceu durante dez anos.


Casa número Um
Rua Roberto Simonsen, 136-B - Centro, São Paulo, SP
Metrô Sé
Fone para contato 11 3106 5122

Visitação de terça-feira a domingo, das 9 às 17h
Consulta ao acervo de terça a sexta-feira, das 9h às 17h
Entrada franca
 fONTE__http://www.museudacidade.sp.gov.br/casanumeroum.php
07-11-12 00:02
BOVESPA
Bolsa de Valores de São Paulo
Bolsa de Valores de São Paulo
Bovespa.jpg
TipoBolsa de Valores
LocalizaçãoSão Paulo (cidade), Brasil
Fundação23 de agosto de 1890 (122 anos)

 
A Bolsa de Valores de São Paulo - Bovespa era a bolsa oficial do Brasil, até iniciar um processo de fusão com a BM&F que culminou na criação de uma nova instituição, denominada BM&FBovespa no dia 8 de maio de 2008. Sua sede localiza-se no centro da cidade de São Paulo e seu principal índice econômico é o IBOVESPA.

 

 

 História

Em 23 de agosto de 1890 foi fundada por Emílio Rangel Pestana a Bolsa Livre, que seria o embrião da Bolsa de Valores de São Paulo. A Bolsa Livre encerrou suas atividades em 1891, em decorrência da política do Encilhamento. Quatro anos depois, em 1895, foi aberta a Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo, que deu continuidade à evolução do mercado de capitais brasileiro.
No ano de 1934, a bolsa instalou-se no Palácio do Café, localizado no Pátio do Colégio. No ano seguinte, seu nome foi alterado para Bolsa Oficial de Valores de São Paulo.
Até meados da década de 1960, a Bovespa e as demais bolsas brasileiras eram entidades oficiais corporativas, vinculadas às secretarias de finanças (atuais Secretarias da fazenda estaduais). Eram 27 bolsas de valores em todo o Brasil, dos governos estaduais e compostas por corretores nomeados pelo poder público.
Com as reformas do sistema financeiro nacional e do mercado de capitais implementadas nos anos de 1965 e 1966, as bolsas assumiram a característica institucional, transformando-se em associações civis sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial.
A antiga figura individual do corretor de fundos públicos, que eram os corretores autônomos de confiança de cada investidor, foi substituída pela da sociedade corretora ou as atuais corretoras de valores, empresa constituída sob a forma de sociedade por ações nominativas ou por cotas de responsabilidade limitada.
Em 1967, a entidade passou a ser denominada Bolsa de Valores de São Paulo.
Desde o início dos Mercado de capitais no Brasil, durante a fase final do período colonial, a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro foi o grande mercado de ações do país.[1] No entanto, a partir da década de 1970, em decorrência dos efeitos do Crash de 1971, começou a perder espaço gradativamente para a Bovespa. Em 2000, as duas bolsas comandaram a assinatura de um acordo de integração das nove bolsas de valores brasileiras. O documento estabelecia qua as ações de companhias abertas e os títulos privados em geral seriam negociados na Bovespa, enquanto a BVRJ se encarregaria do mercado eletrônico de títulos da dívida pública, lançado em agosto daquele ano.
No ano 2000, as bolsas de valores de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas-Espírito Santo-Brasília, do Extremo Sul, de Santos, da Bahia-Sergipe-Alagoas, de Pernambuco, da Paraíba, do Paraná e a Bolsa Regional foram integradas. Desde então a Bovespa passou a concentrar toda a negociação de ações do Brasil, e as bolsas regionais mantiveram as atividades de desenvolvimento do mercado e de prestação de serviços às suas praças locais.
A Bolsa de Valores de São Paulo é uma entidade auto-reguladora que opera sob a supervisão da Comissão de Valores Mobiliários - CVM.

[Cronologia

  • A Bovespa passa a assumir a característica institucional, deixando de ser subordinada ao Secretário da Fazenda do Estado, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial.
Década de 1970
  • Em 1972, a Bovespa foi a primeira bolsa brasileira a implantar o pregão automatizado com a disseminação de informações on-line e em real time, através de uma ampla rede de terminais de computador;
  • No final da década de 1970, a Bovespa foi também pioneira na introdução de operações com opções sobre ações no Brasil.
Década de 1980
  • Foi implantado o Sistema Privado de Operações por Telefone (SPOT) e uma rede de serviços on-line para as corretoras;
  • Desenvolvido um sistema de custódia fungível de títulos.
Década de 1990
  • Foram iniciadas as negociações através do Sistema de Negociação Eletrônica - CATS (Computer Assisted Trading System) que operava simultaneamente com o sistema tradicional de Pregão Viva Voz;
  • Em 1997, foi implantado com sucesso o novo sistema de negociação eletrônica da Bovespa, o Mega Bolsa. O Mega Bolsa ampliou o volume potencial de processamento de informações;
  • No fim da década são lançados pela Bovespa os serviços Home Broker e After-Market.
Década de 2000
  • Ocorre a integração de todas as bolsas de valores brasileiras e a Bovespa passa a concentrar toda a negociação de ações do país;
  • Em setembro de 2005, ocorre o fim do pregão viva-voz da Bovespa, e ela se torna uma bolsa totalmente eletrônica;
  • Em 2006 a Bovespa começa a operar somente em pregão eletrônico doméstico;
  • No dia 26 de outubro de 2007 ocorreu o IPO ou seja uma abertura de capital da empresa coligada Bovespa Holding denominada no IBOVESPA de: BOVH3, que é um consórcio das corretoras que operam na Bolsa de Valores de São Paulo;
  • No dia 26 de março de 2008 a Bovespa anuncia oficialmente o início do processo de fusão com a BM&F. A Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, nome da nova instituição que surgiu com a fusão, será a terceira maior do mundo e a segunda da América em valor de mercado.[2][3]

Serviços

Com o uso da informática, a Bovespa implantou em 1999 os serviços de Home Broker e do After-Market.
O serviço permitiu que o investidor, por meio do site das Corretoras na Internet, transmita a ordem de compra ou de venda de um investidor diretamente ao Sistema de Negociação da Bovespa. Neste sentido, o sistema da Bovespa é único no mundo. Nos Estados Unidos, as ordens são executadas, em sua maioria, fora do âmbito das bolsas de valores.
Foi uma outra inovação da Bovespa, pioneira em termos mundiais, em que oferece a sessão noturna de negociação eletrônica. Além de atender aos profissionais do mercado, este mecanismo também é interessante para os pequenos e médios investidores, pois permite que enviem ordens por meio da Internet também no período noturno.
Em dezembro de 2001, a Bovespa lançou um sistema em que são listadas ações de empresas que se comprometem, voluntariamente, a adotar práticas de governança corporativa mais rígidas do que as cobradas pela legislação brasil.    




Fonte de pesquisa wikpedia
Postado 08/11/12 as 19:00 hs

BANCO BANESPA


Símbolo da era progressista que atraiu milhares de imigrantes e migrantes para a cidade, o Edifício Altino Arantes - nome que recebeu na década de 80 e mantém até hoje -, conhecido como Prédio do Banespa, é uma atração imperdível para quem procura descobrir as proezas de São Paulo.
Construído a partir de 1939, está localizado no coração da cidade, próximo às ruas que no passado formavam o centro bancário do município: São Bento, XV de Novembro e Direita. Escolhido para sediar o Banco do Estado de São Paulo, o prédio demorou oito anos para ser finalizado. Foi Ademar de Barros, como governador eleito, que em 27 de junho de 1947 celebrou sua inauguração.
Situado no ponto alto do centro velho, a inspiração da arquitetura veio do famoso Empire State Building, em Nova York. Com 161,22 metros de altura, seus 35 andares, 14 elevadores, 900 degraus e 1.119 janelas, foi considerado nos anos 40 a maior construção de concreto armado do mundo. Por quase 20 anos foi o mais alto da cidade, identificado facilmente pelo seu logotipo luminoso. Mas o que garante ainda mais o seu sucesso é a torre. Sua altitude proporciona perspectivas impressionantes. Do alto do mirante, o raio de visão é de 360º e atinge 40 Km. De lá é possível ver a Serra do Mar, o Pico do Jaraguá, os prédios da Avenida Paulista e as principais construções do centro. O lugar é visitado mensalmente por cerca de 5  mil pessoas. O fascínio já começa pelo saguão, com o belíssimo lustre de cristal nacional em estilo decô-eclético, com 13 metros de altura, 10 mil peças de cristal e 1,5 tonelada, feito no formato do edifício.
O prédio foi privatizado em 2000 pelo grupo Santander-Banespa. A partir daí passou a abrigar um museu onde estão reunidos mais de 2 mil objetos que fazem parte da história de quase 100 anos de existência iniciados com cultura cafeeira do Brasil e que originou ali o Banco Hipotecário e Agrícola do Estado de São Paulo.

Serviço:
Banespão (Edifício Altino Arantes) 
Rua João Brícola, 24 - Centro - São Paulo (Metrô São Bento)
Tel.:  (11) 3249-7180
E-mail: museusantander@santander.com.br 
Horário: De segunda a sexta, das 10h às 15h
Grátis
Galeria de imagens: Banespão
Fonte-http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/178-banespao-edificio-altino-arantes
11-11-12-  10:09